«Acontece que isso é absolutamente falso: ao longo dos seis anos em que fui ministro da Presidência, nem eu, nem o meu Gabinete, tivemos qualquer ligação com o blogue Câmara Corporativa. Aliás, posso garantir que só já quase no final do Governo é que vim a saber quem era o autor desse blogue e apenas porque um senhor me encontrou num supermercado e me veio dizer: ‘Eu é que sou o Miguel Abrantes, do blogue Câmara Corporativa’. Não sabia quem era, não o conhecia e nunca o tinha visto antes.»
Estamos a dias do 1º de Dezembro, não do 1º de Abril.
Anedótico, sem dúvida!
Boas,caro Samuel.Eu não devia dar tanta importancia a este assunto,mas a verdade é que a existência do “Miguel Abrantes” e do “Valupi” é intrigante.No seu ponto de vista,quem estará por detrás de um e outro pseudónimo? Se bem que,na blogosfera o mesmo fenómeno também regista á direita: O João Miranda e o Vitor Cunha (Blasfémias) existem mesmo.. ou são apenas duas personagens inventadas por alguém que não se quer identificar e fala através delas? Serão estes os abrantes da direita?
De resto,faço votos de bom fim de semana para si 🙂
Makarana, creio que seriam alguns dos mais indefectíveis da clique socrática a publicar sob os pseudónimos abrantinos. Em relação aos dois nomes que aponta, posso garantir que são mesmo pessoas reais.
Um abraço
Caro Samuel,não dúvido de nenhuma das suas palavras acerca dos nomes que apontei,mas muitas vezes reconheço nas intervenções deles uns certos tiques abrantizados,principalmente o João Miranda.Concordará que em relação ao actual governo ocupa uma posição muito semelhante á que o Miguel Abrantes ocupa em relação ao governo anterior.Sad but true
Outro abraço para si e uma boa semana
E não é o único 😉 Obrigado e igualmente!