Não percebo de onde veio a ideia, talvez seja mais uma daquelas solidariedades anti-imperialistas, desta vez fazendo fosquinhas aos industriosos cultivadores afegãos. O símbolo é uma boa escolha, pois já não é suportável passarmos o resto das nossas vidinhas deparando com as carantonhas do embalsamado Lenine, do picareta Trotsky, da compostada Rosa Luxemburgo, da familória Kim, do óxido Hoxha, do “Moisés do Maputo”, do mau Mao, etc.
À falta de uma heroína, bem podem adoptar como hino esta velha canção portuguesa que o video apresenta, aliás bem própria para estes momentos de “inspiração”.
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