Há uma semana, a Venezuela chocou o mundo com a criação de um vice-ministério para a suprema felicidade social. Não foi suficiente. Agora, para comprar tempo e tentar esconder o inevitável colapso do regime, a República Bolivariana reforça, decretando que o Natal passará a celebrar-se em Novembro, a sua ofensiva contra a realidade.