Um pequeno grupo de shababentos, possivelmente “americanos e britânicos“*
Vivemos num estranho mundo em que um bando terrorista aponta o dedo em acusação ao governo que tudo fez para libertar civis tomados como reféns. Surfando a onda da maré apresentada pelo Sr. Obama, dizem as indefesas criançolas do al-Shabab que o presidente queniano – agora um perigoso criminoso de guerra -, utilizou “gases químicos” (sic) para liquidar os inocentes bandoleiros entrincheirados num centro comercial de Nairobi. Talvez estejam a sugerir a imperiosa necessidade de um bombardeamento da USAF sobre as posições do exército queniano.
“Pura cobardia”, é a forma como os jovens classificam quem procurou libertar dezenas de reféns que acabaram mortos às mãos destes piedosos moleques do há muito defunto profeta da desgraça global. O que dizer então daqueles mais de setenta paquistaneses cristãos que na semana passada também foram misericordiosamente eliminados pelos excitados crentes do crescente? Em conclusão e para “acalmar as águas”, também ficámos a saber que no bando participavam “americanos e britânicos”*. Que grande alívio, até porque turra será sempre turra!
*“Americanos e britânicos” de origem árabe e somali, of course.

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