Todos para sempre recordarão aquele “ainda não veio cá uma vÉstoria?” de outros tempos.

 

Pelo que se lê por aí, chegámos ao tempo da “indEspensabilidade“. Refere-se a quê, concretamente? À ausência de despensa farta – as contas da mercearia – lá em casa? À mobilidade da dita cuja? Gostávamos de saber, mas aqui fica o naco completo:

 

Temos de saber manter equilíbrios no futuro: como é que se combina a indespensabilidade do crescimento com aquilo que tem de ser o rigor das contas é um desafio muito difícil, mas ao qual não podemos fugir», afirmou Jorge Sampaio.