E poderia deixar de sê-lo?  É bem conhecido o concubinato entre os agentes políticos e as empresas que têm o Estado como torneira de dinheiro. A deputada do PS* está indignada e quer ter acesso à papelada. Curiosa insistência esta, pois a todos parece que tal se tratará apenas de mais uma daquelas cortnas de fumo em que a partidocracia se tornou perita.

 

Pedem os papéis porque conhecem bem os meandros da sua destruição. Esses documentos, a terem sido miraculosamente guardados  em cópias “pelo sim pelo não” feitas por um funcionário consciencioso, talvez nos trouxessem mais umas tantas surpresas do estilo a que o mesmíssimo PS nos habituou. 

 

Mais um caso enche-horário do Jornal da Uma. 

 

* O link aqui deixado estava correcto, mas o artigo desapareceu misteriosamente. O Público retirou-o, vá-se lá saber porquê.