Um sonho do verão de 2025, segundo François Mahmud al-Hollande.

 

L’espace vital republicain

 

As fronteiras abrangendo meia Europa, dos Pirenéus ao Elba, da Mancha ao Estreito da Sicilia. A Catalunha torna-se num departamento autónomo, os Bourbon são depostos em Madrid e a Alemanha ocidental desmembrada e etnicamente limpa de teutões, torna-se num Far East, numa colónia de povoamento. A Polónia fica como um governo-geral, enquanto a antiga Itália passa a ter o mesmo estatuto da Córsega. A vantagem demográfica, ditada pela crescente hegemonia magrebina, estabelece o novo parâmetro na relação de forças dentro da Europa, contando com a solidariedade da recentemente aderente Turquia e da abolição do controlo de fronteiras com os provenientes de países do norte de África.

 

Só a França poderá ter indústria pesada e de armamentos. Só a França poderá decidir acerca do valor internacional do Euro e o francês será a única língua presente na informação escrita ou televisiva, sendo também obrigatória a partir do ensino primário. Todas as publicações europeias serão escritas em francês, interditando-se a edição de obras e o ensino das antigas línguas dos desaparecidos Estados. 70% do orçamento comunitário pertencerá à indústria e agricultura da Grande France Na Europa apenas poderão circular viaturas Made in France, assim como todo o equipamento do Exército Europeu terá a marca das empresas francesas. A Marselhesa é o novo Hino da Europa e Paris tem o direito de vetar nomes de eleitos para a governação dos Estados-membro, podendo outrossim nomear os substitutos, sempre de origem francesa. A Igreja de La Madeleine, o novo e consagrado Grande Templo da Maçonaria Francesa.

 

L’islam au coeur de la république… ex-laique

 

A Igreja católica fica proibida de cerimoniar publicamente – transformando-se os principais templos em delegações sociais, mesquitas, armazéns e centros comerciais – e La Grande Mosquée de Parisé instalada na antiga Catedral de Notre Dâme. Destruição de sinos, retirada de cruzes de todos os edifícios, interdição de procissões e dos encontros públicos cristãos ou de outras religiões que ofendam o islão. O véu torna-se compulsivo, assim como a alimentação halal é obrigatória. Estando os baptizados cristãos definitivamente interditados, a sharia torna-se numa fonte essencial da ordenamento jurídico da república.

 

A tricolor tendo no centro o símbolo sagrado, é a nova bandeira da União Europeia.”