Belmiro´s oil

O Belmiro pode dar as festas que quiser. Na minha opinião pode deitar foguetes maiores que os do Lorenzo. Pode gastar meio milhão de euros em balões maiores que os da Pamela. A SONAE não precisa de ser governo, oposição ou partido político para mostrar como se faz. O clube de produtores Continente é um excelente exemplo de como se pode ajudar a economia nacional, de como pode ser a economia de Portugal. Belmiro de Azevedo sabe que ao apoiar os produtores nacionais está a contribuir para elevar o seu nível de rendimento e a garantir a sua sustentabilidade. O gestor também sabe que está a garantir o emprego de inúmeros trabalhadores que também são consumidores, seus clientes. O que faz falta? Faz falta a Judite de Sousa entrevistá-lo e perguntar se não tem vergonha por fazer compras aos produtores nacionais no valor de 334 milhões de euros. 

5 Comments

  1. ASA

    Pois e tal, 

    A Sonae acordou tarde mas parece que acordou, e isso de comprar aos produtores nacionais é uma especie de socialismo pouco liberal, o que a sonae devia fazer era comprar os produtos mais baratos, agora é uma repartição de finanças que obriga os clientes a pagarem mais só porque é nacional. Na minha opinião uma especie de imposto. Se a Sonae publica-se o que perde com isso, isso sim era caridade.

    A sonae compra 334 G mas isso já era assim? ou ficou assim? 

    Outra prespectiva:
    A sonae apoia instituições através da Fundação BA. Através da missão sorriso.
    Para além de promover a imagem está a fazer caridade.

    PS: Apenas quero fazer ver que a Sonae faz coisas melhores que o comprar a produtores portugueses, Eu não compro porque é português, apenas compro o que acho que tem um preço qualidade melhor. (Um melão do Porto Alto para mim vale 3X mais que um de espanha.) 

    Quanto à Judite essa comuna de meia tijela, gostei que tivesse feito o que fez, “sabe-me  bem”, como o que a Raquel Varela com o Martim, mostra que o que move as pessoas é o Das Kapital, e a inveja.

    Como se diz em portugal não se quer acabar com os pobres quer é acabar-se com os ricos.

    Mas espero que não tenhamos que reinventar um Conego Melo. 

    • Anónimo

       ASA  a SONAE não perde nada só ganha e a caridade faz-se sem barulho, sem dizer que se faz. Quando se gosta de fazer o bem não se apregoa aos sete ventos, faz-se e ninguém precisa de saber. Quem apoia o BA  são as pessoas anónimas com os seus donativos que mesmo para darem ainda têm de pagar o iva. Eu não sou de esquerda antes pelo contrário, mas que fizeram de mal os comunistas em Portugal? Que eu saiba nada, mas a nossa querida direita sim e muito, tanto que estamos onde estamos, na lama da vida. Não aprecio a Judite antes pelo contrário, agora dizer que ela é comuna essa não. Os ricos fazem falta em qualquer país, mas eles não precisam que os defendam já os pobres esses precisam da mão de todos nós.     

  2. António de Jesus Miranda Pedro

    Caro John Wolf,
    Post Claro, Certinho e Direitinho. Post de fina escrita de opinião e com fina ironia sobre um tipo de sociedade perigosa pelo poder que tem nas mãos (refiro-me aos jornalistas escondidos debaixo de um manto de imparcialidade/independência e de que não sabemos de quem recebem ou que tipo de sociedade defendem). Como é possível que ninguém olhe para alguns destes senhores e não os denuncie. Porque é que ninguém fala deles. Das suas mordomias, dos seus relacionamentos profissionais. Veria-se que alguns são um redondo nada, um vazio, uns hipócritas,  uns vendidos, uns incompetentes mas bem pagos …….. . 
    Mas fico bem em saber  que nem tudo está perdido.  

    • John Wolf

      Caro António,
      Muito agradeço as suas palavras. A ironia parece ser a única arma que nos resta. Tem razão; um escrutínio daqueles que têm telhados de vidro, estufas de vidro!
      Melhores cumprimentos,
      John

  3. Makiavel

    Podemos considerar a “entrevista” ao jovem Lorenzo como espaço publicitário adquirido. Nos jornais costuma aparecer no canto superior direito a palavra PUB para que os leitores não confundam o que estão a ver com jornalismo. O mesmo devia ter acontecido naquele tempo televisivo.
    Perante aquele frete jornalístico-publicitário, que perguntas é que a JdeS deveria fazer? O que há a perguntar a um pessoa que gasta 300 mil euros numa festa de anos e que convida uma artista internacional com um camadão de teias de aranha em cima? Por favor, não comparemos Josés Castelos Brancos com empresários e investidores reais.

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