Estive hoje em Vila Viçosa, mostrando a localidade a amigos franceses. Um local limpo e com o património em bom estado. O Palácio, grandioso e bem cuidado como sempre esteve. O pessoal de serviço foi amável e no jardim vive uma colónia de gatos amistosos e bem tratados. Serão descendentes daqueles que por lá andavam e eram protegidos nos tempos em que D. Carlos espairecia naquela vila alentejana?
Tive mesmo de o puxar para o passeio, pois o turista ocasional ia sendo atropelado pelo único carro que circulava na Vila
Nas ruas via-se pouca gente e quase nenhuns turistas da crise. A missa esteve cheia e com um grupo de escuteiros cantores que fizeram uma festa. Na sede do Grupo Filarmónico União Calipolense, estava hasteada a sua bandeira bipartida a azul e branco, pois ali também não cederam. Bom sinal.
Vê-se que não estamos na Lisboa da temível dupla Costa & Salgado CML Comp. Lda.
A bela “manjedoura” da Pousada D. João IV
Sinal dos tempos: à direita, a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível “carro de lavoura” de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC
* Apenas uma nota a destoar: a esquisitíssima estátua erguida em memória do Dr. João Augusto Couto Jardim. Inacreditável, deviam odiar o pobre homem!






Por grande falha minha, só no passado mês de Abril conheci Vila Viçosa, e foi a correr mas a tempo de ver a padroeira de Portugal. Gostei da terra e felizmente não reparei na estátua ao Dr. João Jardim. Também não gostei da fachada do palácio. Acho que há uma falha de proporção naquela fachada à italiana. Gosto mais da zona do palácio tipicamente portuguesa, isto visto do exterior, entenda-se.
“ a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível “carro de lavoura” de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível “carro de lavoura” de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC”
Nunca o pensei ver a defender “A Terra a quem a trabalha”, colocando-se ao lado dos assalariados rurais contra os betinho rendeiros…
Anda tudo muito sensível por estes lados…
P.S. Aguardo post do Nuno (e restantes membros do ES) a defender as virtualidades da família e a contestar o esquerdismo militante que pertende a transfiguração dos valores e dos costumes da sociedade, do Estado e da Família…
É que nem Engles foi tão longe, como a obscenidade que por cá assistimos!!!!
Zequinha, apenas não lhe apago este comentário porque quero responder-lhe dizendo-lhe que é muito, mas mesmo muito feio, embora não surpreendente e, direi até, típico em comunistas, o aproveitamento nojento que tenta fazer de comentários anónimos de pessoas que se fazem passar por outras para vilipendiar a vida de terceiros. Dito isto, e visto que, como sabe, não tenho respeito algum por si, continuarei a apagar-lhe todos os comentários que bem me apeteça. E escreve-se Engels.
Estimdo Samuel
A demagogia e as baixezas dos estalinaistas não se apagam das fotogrfias, senão não seremos melhores que eles. Combatem-se e refutam-se!
Zeca, diga o que quiser, mas se se der ao frete de pesquisar, neste blog sempre criticámos muitos dos absurdos e crimes ocorridos em Portugal. Sabemos muito bem o sucedido com fundos distribuídos pela UE e aquilo que para muitos significaram, desde o enriquecimento ilícito, até às fraudes com pretensos cursos de formação, industrias fantasma, destruição de empresas e actividades através do subsídio “para não produzires”, etc.
Também deixe-me que lhe diga saber da existência de alegados “betinhos rurais” que o Zeca aparentemente detesta. Muitos deles dirigem pequenas propriedades bastante rendosas. Isto acontece devido à boa gestão, conhecimento técnico e inovação. Por exemplo, já reparou na diferença entre aquilo que outrora era o vinho nacional e a situação de hoje?
Creia nas virtualidades da livre iniciativa, pois ninguém gosta de perder dinheiro. Quando uma empresa estatal tem prejuízos, esses continuam indefinidamente, havendo sempre a possibilidade de recurso a mais e mais financiamento público.
Quem paga? Adivinhe?
– “O zecamarreca vai abrir os cordões à bolsa. Sempre que for ao café, lá estará ele a pagar 11 cêntimos e meio de IVA.”
É primário? Pois é, mas bastante perceptível.