Agora a sério, pensem lá

Que importa que os putos do ISCTE sejam esquerdalhos? Acham que Relvas nao merece? Acaso eu diria mal de um comuna, só por ser comuna, se ele viesse dizer-me uma coisa factual ou, in extremis, salvar-me de uma ribanceira?


É que quando blogues de centro, direita soft, direita-direita e extrema-direita defendem “a liberdade de Relvas” só porque os “agressores” são de outra tribo, por sinal com provas dadas de estupidez mas agora útil à verdadeira liberdade, isto soa perigosamente a pensamento único e pior, a uma rendição a  uma espécie de fait-divers autofágicos. 


Respirem fundo.

9 Comments

  1. Silvério

    Você é uma vergonha para este blogue. Quando é que se vai embora ou deixa de escrever com os pés, seu pateta.

  2. Nogueira da Costa

    O Relvas nunca devia ter deixado de levar com protestos destes desde que se lhe foram descobertos os podres.

    Mais patético é a tentativa de vitimização: Censura? Ninguém está a censurar o conteúdo do que ele tem para dizer, isso sim seria censura! Não aceitam é que um chico esperto que nem o curso fez com o suor e sacrifício venha mandar bitaites sobre o que quer que seja. Não tem legitimidade para tal, e como sociedade temos o dever de exigir um nível mínimo!

  3. migrant_script

    Post bem escrito. Concordo. Perturba-me ver conivência para com a ‘tudo menos idónea’ forma de estar de quem lidera em Portugal. No Reino Unido a pressão social jamais permitiria que um traste como o Relvas continuasse. Em Portugal há quem o defenda. Realmente temos bastante que evoluir neste campo.





    Cheguei ao conhecimento deste blog através do  autor do http://bloguedeumhomemso.blogspot.com

    abraço

  4. RD

    http://ab-logando.blogspot.pt/2013/02/da-indignada-solidariedade.html

    • Fernando Melro dos Santos

      Viva,

      deixe-me só fazer um apontamento. Desde 2007 até à queda de Sócrates, diversos bloggers, como eu, como o prof. António Balbino Caldeira, entre outros, denunciámos nas respectivas páginas aquilo que agora refere.

      Aliás, poucos terão manifestado tanto repúdio face ao consulado desse outro grunho.

      Bem haja.

      • RD

        Mas, então, em que ficamos. Se muito pouco (sem se perceber para que lado) distingue uns de outros, porque têm uns, o “direito” de silenciar o outro? Por serem muitos? O efeito matilha toma precedência?

        Por mim, parece-me mais a brigada Goulags Vilas Morenas.

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