Sobre os três D’s anunciados em 1974 com toda a Pompa e Circunstância, é de todos sabido que a montanha pariu um rato famélico. Mas um quarto D era, não com menor bandeira, acenado: o de ” desemigração “. Podemos mesmo adaptar a este quarto D uma frase muito em voga à época « nem mais um… »; Manuel Alegre era um dos ” dianteiros da táctica “.
Face ao desmoronar de tão brilhante estratégia, teremos de perguntar ao triste poeta o que se propõe dizer e fazer agora, agora que já nem há país soberano para derramar…
A maioria da emigração hoje em dia é de faxineiras, taxistas, pedreiros, que (apenas) são notícia quando morrem nas estradas ou no local de trabalho. É sempre mais fácil fazer reportagens nas partidas do Aeroporto. Sobre a dureza da emigração, neste caso na Holanda, deixo-lhe dois textos do escritor José Rentes de Carvalho.
http://tempocontado.blogspot.com/2013/01/o-m esmo-tempo-o-tempo-de-sempre.html (http://tempocontado.blogspot.com/2013/01/o-mesmo-tempo-o-tempo-de-sempre.html) vos-e-netos.html (http://tempocontado.blogspot.com/2013/01/avos-e-netos.html)
http://tempocontado.blogspot.com/2013/01/a
Na mosca, Cristina! O Alegre, que tanto fez para que Portugal se transformasse no portugalinho exíguo da actualidade, deve exercitar o intelecto e encontrar uma gordurita escondida para ser vendida nesse grande saldo por cessação de actividade “nacional”.
Abraço amigo.