Sabes que estás num país incivilizado quando envias onze mails para clínicas, a solicitar uma consulta, e dos três que te respondem (com atraso de dias), dois não leram sequer o que escreveste.


Assinam as Cheilas e as Vânias, empinadas na modernidade socio-abortista de Almada e Oeiras.


Contudo, nessa mesma terra, os régulos semi-eleitos entretêm-se a criar desmultiplicadas entidades cujo único fito é desmembrar, perdão distribuir, os fundos europeus. 

 

Franquelim Alves, ora nas bocas do mundo, terá corrido sumariamente com a anterior chefe do COMPETE, entidade esconsa que só serve para alocar prebendas. Foi por isso a inútil para o olho da rua? Não, tem outro poiso onde distribui de igual modo. Menos, mas ainda assim. 

 

O sonho do nosso Bernardo é vir a ser director imagético como o tio, que esteve várias vezes três meses em inúmeros projectos.

 

Estás num país incivilizado e num tal país o lugar do homem civilizado é longe dos outros. Thoreau proferiu-o sob outra fórmula com o mesmo pendor.

 

Também pode dizer-se que todos deveríamos ter carta de caçador.