Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Nenhum
Permita-me sugerir também a leitura das “Notas absolutamente íntimas” que o rei D. Manuel redigiu sobre o 1º de Fevereiro, e que podem ser lidas integralmente aqui:
http://trilhosdahistoria.wix.com/pt#!__d ossier-regicidio/vstc7=di%C3%A1rio-d.-ma nuel-ii
Magnífico vídeo, dos vários desta série, que não conhecia. Excelentemente filmado e melhor apresentado. Parabéns a quem o produziu.
Toda a gente sabe que a seita maçónica que governa Portugal desde 1974, mais não é do que a percursora e depois continuadora (e presentemente em feérica e intensa actividade) – com um feliz interregno em que foi valentemente travada nos seus diabólicos intentos – da carbonária, a mesma que assassinou o Rei e o Príncipe e que, não duvidemos por um segundo, voltaria a fazer exactamente o mesmo caso hoje vivêssemos em Monarquia.
A nossa História está pejada de traidores, autores de tragédias humanas inenarráveis. No entanto foi vencendo-as uma a uma e já vai a caminho dos mil anos d’existência.
Vai para quatro décadas que os portugueses estão a viver outra tragédia, mais uma de proporções bíblicas. Tal como nos vários períodos gravíssimos que Portugal atravessou, há sempre um punhado de Valentes que sobressai da multidão e, em defesa da nossa Soberania e Independência, enfrenta o inimigo lutando com uma bravura “mais do que pode a força humana” e vence-o, cobrindo-se de Honra e de Glória.
Tenhamos esperança, desta vez também isso acontecerá, ainda que aparentemente os ventos soprem a nosso desfavor. Sempre assim foi e sempre assim será.
É a certeza de que os traidores que campeiam por aí, sendo estes os mais perigosos de sempre porque actuam cobardemente pela calada, serão derrotados. Convicção, esta, que mantém vivos todos aqueles que lutarão, cada um com as armas que tiver ao seu alcance, em defesa da Pátria se preciso for até à morte. Serão esses os Heróis deste século. Aqueles por cujo feito grandioso de terem vencido um inimigo poderoso e invisível, donde pràticamente imbatível, serão lembrados e homenageados geração após geração até ao fim dos tempos.
Maria
Tive o prazer de uma ouvir uma palestra deste grande senhor e Patriota, sobre a História de Portugal, desde os primórdios até à actualidade, e o papel sempre presente dos militares na defesa da Nacionalidade.
Um portento de conhecimentos e uma admirável e rara capacidade de comunicação. O Sr. Coronel Fernandes Henriques é uma personalidade ímpar.
Se os agentes da Educação fossem mais cultos levariam este grande Português às Escolas e às Universidades. O sentimento pátrio – de que tanto precisamos volte a renascer – que o Sr. Coronel transmite vale mais que todos os manuais de História (muitos cheios de dialéctica marxista…) que por aí andam… !
O problema está na outra realidade. Os militares como o senhor coronel são poucos e na sua maioria estão apenas preocupados com as suas bolsas e o politicamente correcto.
Faltou-me acrescentar que, por informação do apresentador do excelente vídeo (facto que muito me admirou, porque desconhecia completamente) o criminoso Manuel Buíça, autor isolado do assassinato do Rei e do Príncipe seu Filho, era professor… imagine-se onde?!, no Colégio Moderno! Por momentos fiquei admirada, mas após uns segundos pensei de mim para comigo – lá está, só é natural que um homem culto, ainda por cima professor numa escola de elite, frequentada pelos filhos da alta burguesia e d’alguma nobreza, pessoa que jamais se pensaria poder vir a ser o assassino de um Monarca e de um seu Filho, tenha praticado um acto tão ignominioso e brutal. Afinal ele fora forjado na mesma forja de onde muito mais tarde saíram outros criminosos políticos com o mesmo espírito infamante, cuja actuação, ainda que por razões diversas mas com o mesmo fim, levou à destruição da Pátria Portuguesa. Tais como: Cunhal, Soares, a Barroso, Balsemão, Letria, Gonelha, Costa, a mãe deste, Palla e mais um sem número de traidores e traidoras que, actuando cada um/a à sua maneira tanto mal fizeram a Portugal.
Portanto tudo bate certo, tudo se conjuga.
Maria
Maria, excelente informação que nos presta !
Para nossa desgraça assim é, Jorge. Mas faltam aí muitos outros tão traidores como os citados. Os Alegres, os vários Barrosos (familiares da Barroso), os demais Letrias (familiares do Joaquim), os Godinhos, os Tordos, os C. do Carmo, os P. Carvalhos, os Palmas, os Represas, os Mários Brancos e mais uns tantos baladeiros progressistas da altura (claro que alguns poderão desmentir por interesses vários, o principal dos quais por serem maçons). Todos estes e famílias têm a vida assegurada até ao fim dos seus dias, eis porque os vemos e ouvimos nas televisões e rádios, dia sim dia sim, desde há trinta e tal anos. Agora juntemos-lhes uma mão cheia de advogados, banqueiros e outras personalidades poderosas da sociedade, conhecidos e desconhecidos do grande público e obteremos o pot-pourri perfeito. Aquele que nos tem vindo a ser servido dia após dia e a destruir as nossas vidas lentamente. Mas se nos cingirmos sòmente a esta área artística, aparentemente apolítica (e que indirectamente engloba todas as outras) – que o sistema controla como todas as outras da governação, com mãos de ferro – estamos a ser levados a uma destruição psicológica propositada (uma táctica de lavagem ao cérebro tipo soviética – vide G. Orwell, 1984″ – agora modificada e aperfeiçoada, mas com a mesma finalidade) mais que não seja por uma saturação levada ao extremo há quase quatro décadas.
Maria