Haverá por aí alguma alma que me consiga explicar a razão de ser dos 4.000 milhões de euros, que, como se sabe, é o valor anunciado para os cortes a efectuar na máquina do Estado? Porquê este número e não 50.000 milhões? É que a toleia nominal, de tão imbecil que é, arrisca-se a lançar a governação no pântano das impossibilidades.