Quantos almoços de perdiz e porco preto, ou conversamente à realidade mundana, quantas latas de grão se comprariam com o que vai custar mais este processo surreal?
Num país onde escultores sonoros mamam do erário, crianças morrem e ninguém paga, e a ralé tresloucada continua a achar que não há papões, o que fazer senão acalentar calmamente a esperança no estoiro final?
Vou ali e já venho.
O título – algo como Bésy- do grande russo, que os conhecia bem, parece traduzir-se melhor como – Os demónios …
Há anos, eu pensava que era só impotência, ignorância, incompetência, azar, desacerto infeliz; percorri enfim toda a gama das justificações, escusas, explicações as mais “razoáveis” e as mais caridosas para com os interessados. É isso tudo, sem dúvida, mas…
Mas temos de estar preparados para tudo, caro Fernando.