Desejo a todos, confrades, leitores, anónimos e escrutinadores profissionais (mesmo aos que são pagos com os nossos impostos) um Santo Natal, cristão ou de qualquer religião que queiram seguir (incluindo mesmo essa crença que é o ateísmo), repleto de comida, com quanto sal, gordura, açúcar, charutos, excesso, regozijo, e liberdade entenderem partilhar com os vossos, e acima de tudo, sem medo. Nem do Fisco, nem da ASAE, nem da sinistra Europa não-eleita, e muito menos dos pulhazinhos imberbes que julgam poder esmifrar quem os sustenta sem quaisquer limites de pudor ou justiça.
Quanto a mim, comecei bem a recta final deste ano. Ainda agora paguei em cash um almoço de peixe, por conta feita na toalha de papel, e que bem que me soube em todas as vertentes. Se todos fugirmos, haverá menos do que fugir.
Até breve.
Boa quadra.
Agradeço e retribuo meu caro, com um abraço.