Durante cerca de um ano o Samuel e restantes companheiros fizeram a amabilidade de me albergar no ES. Sem o fulgor, vitalidade e disponibilidade de outros tempos, vim escrevendo aqui sobre os assuntos que me pareceu interessarem aos leitores desta casa que, com o tempo fui sentindo como minha.
Preocuparam-me as coisas de sempre. Os disfarces de que o vazio se cobre para exercer a sua arbitrariedade. Um mundo hipermoderno que se alimenta das próprias concepções de bem que alardeia desprezar.
É tempo de voltar a casa. Uma casa diferente, mas que é a minha casa de sempre.
Talvez num tempo a que a discussão está cada vez mais ausente e depauperada, em que a servilidade tomou conta da blogosfera, em que o cálculo prudencial e a habilidade substituíram qualquer forma de pensamento digno e de princípios, este regresso faça sentido. Talvez não.
Mas regresso com perfeita certeza de que há coisas por dizer e uma visão de que ainda vale a pena deixar testemunho.
Deixo um grande abraço ao Samuel e aos restantes companheiros, na esperança que tenha merecido o meu lugar na sua companhia e que me continuem a acompanhar no Novo Pasquim.
Lá irei bater à porta 🙂
Lerei com interesse! Um abraço!