O Estado disse “façam amor” e o patrão pagou

 

Dos mesmos realizadores de “mesmo que nunca fiques doente, ou recorras a uma clínica privada, és coagido a pagar o tratamento aos outros” e de “mesmo que adores crianças e defendas a vida como dádiva, tens de pagar o aborto às outras”, chega agora “mesmo que sejas celibatário ou que tenhas responsabilidade suficiente para controlar a tua rotina sexual, serás obrigado, por lei, a pagar a contracepção aos teus empregados”. Ao que parece, o controlo da natalidade já é um direito adquirido. Uma sociedade a delirar, esta em que se sondam consensos que vão ao limite, não só de brincar com a carteira dos cidadãos mas, e sobretudo, de estrangular a consciência e os valores que orientam a conduta de cada um.

 

4 Comments

  1. Mats

    É impressão minha ou a Daniela está a colocar em causa a constitucionalidade de se forçar pessoas a pagar por coisas que não querem nem nunca vão usar, e – em larga parte – contradiz os seus valores morais?

    Só falta dizer que o voto é secreto, não?

  2. Duarte Meira

    É a Agenda 21, de que o Fernando falava aqui há dias, avançando a todo o vapor.

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