Fundamental ouvir o senhor Guy Verhofstadt, ex-primeiro-ministro belga, antes de irem dormir. Lamento ser, naturalmente, em francês. É sofrimento a duplicar, juntando à violência daquilo que diz. Tentem não cortar os pulsos. Se estiverem a ver isto na manhã de Sábado, desejo a continuação de um bom fim-de-semana, dentro dos possíveis.
“Lamento ser, naturalmente, em francês. É sofrimento a duplicar”, é que é mesmo
Estou a ver que, neste blog, a aversão à língua francesa é generalizada. Mas que agradável.

À língua, ao país, aos naturais do país…
E assim caminha o fascismo europeu.
Não conteste o senhor, caro Mats. É a “carteira” ou a vida.
Eles lhe dirão: “Não temos escolha. Querem sair daqui, querem? Tarde demais. Não entrassem! wuuhahaah”
Tenho que dar a mão à palmatória, e dar-te razão. No fundo, ninguém nos apontou armas à cabeça para entrar na UE.
Nunca apontam. O truque é sempre o mesmo: expansão gradual, lenta e imperceptível. É assim que se cozinham as rãs.
A ideia da Europa Federal acaba por nem ser tão descabida quanto seria de pensar; estamos, afinal, nos anos das experiências sócio-económicas – penso que as políticas nunca deixámos de estar.
O curioso, ainda assim, é a falta de debates onde se mencionem os métodos de eleições de tal sistema.
Convenhamos que não deixaria de ser ‘interessante’ ver demagogia, nos média, através de más traduções do discurso de algum suposto candidato, Europa fora.