É preciso recrudescer na denúncia desta corja imunda que sugando dinheiro do erário público nada mais faz senão sacar orgasmos autistas à conta da nossa palavra.
Partilharei neste comentário a experiência, breve, que tive com esses sicários.
Em 2006, escrevia eu no blogue A Caverna Obscura contra Sócrates e contra a outra figura de proa do controleirismo, Augusto Santos Silva, conduta pela qual recebia como paga a visita frequente do ITIJ, da Autoridade Tributária, de Ministérios vários, da Presidência, de domínios incontáveis oriundos do MAI, enfim, o prato completo.
Concomitantemente, a minha ex-namorada, recém-envolvida com um desses sevandijas, avisou-me de que o tal pigmeu sem nome estaria a envidar esforços, por meios ínvios e pagos por todos, para que o meu nome passasse a andar associado a suspeitas que acumulariam com a minha já densa factura junto dos Poderes Estabelecidos. Porquê? Porque não gostava de ler o meu nome num domínio público, porque lhe apeteceu, e sentado numa cadeira empossada pelas mil cabeças da Besta Estatal, podia dispor da vida e da morte, ou assim entendia, sobre a minha existência.
Estes cabrões andaram aí, e existiram, e eram do piorio.
Então o meu caro Fernando também foi um dos acordados opositores e sofreu por isso, antes do que todos sofremos agora e sofreremos por muitos anos? Ganhou a minha perene admiração e comovido reconhecimento. Bem haja pela luta que travou por nós.
As pessoas ainda não acordaram bem para o que nos caíu em cima entre 2005 e 2011, depois do pouco que ainda restava de pé. Eu não conheço em toda a nossa História, nenhum indivíduo que tivesse em tão pouco tempo feito tanto mal a Portugal como o “animal feroz” alurado em Paris. Chamar-lhe e aos capangas “corja imunda” é pouco… Os mafiosos ainda tinham um código de honra tradicional, e nunca se envolveram em crimes de etnocídio!
A devastação é tão grande, que não admira o Fernando pense em kits de sobrevivência… Mas não se preocupe que não haverá calamidades dessa espécie, a não ser naturais. O terramoto que nos arrasou foi outro. Seguem-se-lhe as réplicas.