A Pécora

Ver uma criatura inculta e inane como Catarina Martins a usar tempo de antena para defender o assassinato de seres indefesos em benefício do hedonismo é mais que insuportável: é desumano.

Mas remata: a troika não tem necessidade de dinheiro, portanto não pode cobrar juros, que são a causa de nos ser impossível pagar a dívida.

Torpe ser, não há quem te demula.

E assim me fugia a boca para a verdade.

3 Comments

  1. joão vaz

    A palavra “pécora” sempre me fez lembrar “bácora”. E, se calhar, é um termo mais adequado para a Catarina – até porque nem sequer sei o que quer dizer pécora, mas calculo que seja algo muito insultuoso.

  2. Drácon

    Com todo o respeito, permita-me o autor do post dizer-lhe que me parece que o verbo “demolir” (julgo que é este que figura no penúltimo parágrafo) não admite algumas formas verbais, nomeadamente o presente do conjuntivo, em que o autor o pretendeu conjugar. De facto, é deveras cacofónica a forma “demula”.

    Quanto à dúvida do colega comentador, o significado da palavra “pécora” é “mulher desprezível, rameira; rapariga que dá atenção a todos os galanteios”. Se formos à etimologia, à raiz latina da palavra, ela significa “rebanho”, “conjunto de cabeças de gado”, designadamente cabras e ovelhas.


    • Fernando Melro dos Santos

      Viva, 

      é dúbio. Encontro-o, na literatura, conjugado nas 3 pessoas do singular no presente do indicativo, e contudo dividem-se as opiniões acerca, até, desta conjugação. Algumas fontes excluem apenas o presente do conjuntivo, outras vão mais longe e aplicam a mesma supressão ao indicativo. 
      Eu achei que ficava bem assim e soberanamente usei a forma que aqui se encontra.

      De resto, o rebanho, precisamente.

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