Ver uma criatura inculta e inane como Catarina Martins a usar tempo de antena para defender o assassinato de seres indefesos em benefício do hedonismo é mais que insuportável: é desumano.
Mas remata: a troika não tem necessidade de dinheiro, portanto não pode cobrar juros, que são a causa de nos ser impossível pagar a dívida.
Torpe ser, não há quem te demula.
E assim me fugia a boca para a verdade.
A palavra “pécora” sempre me fez lembrar “bácora”. E, se calhar, é um termo mais adequado para a Catarina – até porque nem sequer sei o que quer dizer pécora, mas calculo que seja algo muito insultuoso.
Com todo o respeito, permita-me o autor do post dizer-lhe que me parece que o verbo “demolir” (julgo que é este que figura no penúltimo parágrafo) não admite algumas formas verbais, nomeadamente o presente do conjuntivo, em que o autor o pretendeu conjugar. De facto, é deveras cacofónica a forma “demula”.
Viva,
é dúbio. Encontro-o, na literatura, conjugado nas 3 pessoas do singular no presente do indicativo, e contudo dividem-se as opiniões acerca, até, desta conjugação. Algumas fontes excluem apenas o presente do conjuntivo, outras vão mais longe e aplicam a mesma supressão ao indicativo.
Eu achei que ficava bem assim e soberanamente usei a forma que aqui se encontra.
De resto, o rebanho, precisamente.