Fará sentido que os funcionários de repartições públicas, como os CTT, primem pela simpatia ao ponto de esbater a fronteira entre a eficácia e o nacional-porreirismo? Não, não faz. Primeiro, por haver sempre utentes que ignoram (em toda a etimologia do termo) os demais que aguardam pela sua vez, segundo por haver ainda demasiadas obrigações a carecer de uma deslocação a uma sucursal dos Correios, e terceiro por ser esta uma das grandes causas do atraso português, não obstantes as virtudes humanistas das partes envolvidas.