A racaille

A tolerância democrática não pode, nem deve servir para aceitar a algazarra violenta de uma minoria arruaceira e tumultuosa. Sarkozy definiu este lumpen com classe apodando-os de racaille. De facto, esta minoria violenta não passa de uma racaille estúpida e ignara. A democracia defende-se, sobretudo, aqui, protegendo as instituições, a ordem pública e a segurança dos cidadãos. Não dando, pois, vazão à violência ingénita daqueles que nunca aceitaram o desfecho político do dia 25 de Novembro de 1975. Talvez um dia este bando entenda que a democracia é, como escreveu magistralmente Victor Hugo, o abraço caridoso de todos à Humanidade.

 

P.S.: Subscrevo tudo o que o Samuel e o Nuno disseram, sendo que acrescentaria o seguinte: a degradação da situação económica e política favorecerá a emergência de fenómenos violentos, pelo que é forçoso dar apoio total e absoluto às forças de segurança, com o respeito da institucionalidade democrática na mira. A democracia não se defende permitindo que  se solapem as instituições.

1 Comment

  1. Duarte Meira

    « … com o respeito da institucionalidade democrática na mira. A democracia não se defende … »

    O João Pinto Bastos já esqueceu o que disse ontem sobre a “deriva totalitária da democracia” ?…

    « Nós não temos democracia em Portugal. Isso é uma fantasia. »

    Espreite aqui quem foi a insupeita autoridade que o disse, com todo o peso da idade, da experiência e da razão a razão:

    http://toneldiogenes.blogspot.pt/2009/10/o-sistema-politico-portugues_12.html

Deixe um comentário

© 2026 Estado Sentido

Theme by Anders NorenUp ↑