Deixando de lado a paupérrima qualidade das investidas “hitchcockianas” de Marcelo – bem acompanhas pela sageza cinematográfica de Rodrigo Moita de Deus, essa sim, mais próxima do idealismo dos “movie brats” -, chego à conclusão que este país não é para gente bem apessoada e prudente. Ou se preferirem, não é para novos nem para velhos. Não é um país frequentável. Ponto. Nem para guião cinematográfico serve. Quando o debate público gira em torno das declarações – ingénuas e desajeitadas – de uma personalidade pública – o célebre affaire Jonet -, das bravatas de um vídeo pateta e idiota que só desqualifica quem o promoveu, e por fim das insídias a uma chefe de Estado de um país democrático e cioso dos seus interesses políticos e económicos, só posso inferir que atingimos o grau máximo da necedade colectiva. Lamento muito, mas este país é uma parolice pespegada.
Vídeos perdidos, realizações tresloucadas
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Que tal? Falou e disse! ayer_embedded&v=5obZ6mOS5AM
http://www.youtube.com/watch?feature=pl
Subscrevo, isto só lá vai com Um Milagre!