
escreveu Fernando Pessoa. É muito mais, mas esta é um elemento central Dela.
É essa Língua amada por gentes de outras pátrias, nomeadamente por gentes de pátrias que nasceram das suas raízes.
É o caso do filólogo brasileiro Mário Barreto, grande leitor dos clássicos portugueses, mormente de Camilo Castelo Branco, e ao qual se refere Afonso Lopes Vieira:
” Entre tantos filólogos brasileiros, Mário Barreto era o grande amigo da nossa Linguagem. Amava-a como sábio e como namorado ciümento. ( … ). Amava-o como português que era também, por obra e graça da Língua Portuguesa: pelo estudo do idioma chegara ao amor da terra e do povo. ”
” Entre tantos filólogos brasileiros, Mário Barreto era o grande amigo da nossa Linguagem. Amava-a como sábio e como namorado ciümento. ( … ). Amava-o como português que era também, por obra e graça da Língua Portuguesa: pelo estudo do idioma chegara ao amor da terra e do povo. ”
« Nova Demanda do Graal »
Grande contraste, o k fizeram agora á LÍNGUA! PORTUGUESA até já nem sei como falar ou escrever!
Há bocado acusaram-me de fundamentalista quando repudio por completo este chamado acordo (?). Mas é que sou mesmo! e mais: gostaria que os dois anteriores acordos nunca tivessem sido feitos: estaríamos mais próximos da Língua Mãe, o Latim; daí o gostar de ler com ortografia do século XIX.
Concordo. O Português que nos foi ensinado já perdeu alguma latinidade em relação ao do Séc XIX. Não viria mal nenhum ao mundo se tivéssemos continuado a escrever Pharmácia ou Gymnástica. A mania de subtrair letras para poupar os neurónios já vem dessa altura.