Samuel,
amanhã irás.
Guarda-te bem, e que os teus genes e a construção que conseguiste edificar de ti mesmo, em suma que tu – produto de ti próprio, como um verdadeiro liberal e Homem de Bem, possas vingar e propalar aos sete ventos tudo aquilo a que nos habituaste nesta curta, mas repleta, convivência no seio deste asilo de loucos agora à beira de um fim.
Desejo-te tudo o que uma pessoa de pleno direito possa desejar a outra pessoa de pleno direito.
E, acrescento, com amizade.
Da rábula maior, rezará a História e cá andaremos, todos, sem que a distância o impeça.
Um abraço e até já.
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