Boa tarde a todos.
O Estado assumiu dívidas, ainda por cima sobre alegados ilícitos, a dois privados – Duarte Lima e Vitor Baía – no valor de vários milhares de prestações do IMI. Trata-se do mesmo Estado que não fechou fundações nem observatórios e que rebenta com valores incomensuráveis todos os dias, para manter a farsa democrática em Portugal.
De um lado há gente sinistra que, fazendo o PS parecer um partido de direita, defende boçalmente que se transforme o país numa Venezuela, ou pior, num território anarca onde impere, sobretudo, o charro e a expropriação. Estes são a ralé arvorada em paladina do bem comum.
Do outro há gente destra na argumentação e no exercício do intelecto, mas cuja altivez impede de olhar com pragmatismo e humildade para o que tem de ser feito do estado e do Estado em Portugal. Estes são os meninos copo-de-leite a quem foi dada uma almofada que não querem arriscar ainda que seja a troco do verdadeiro bem comum, que seria por arrasto o seu.
Entretanto, Arménio Carlos, o truculento taumaturgo, continua a conjurar sortilégios tão desajustados do que é clinicamente aceitável que já nem sei como comentá-los.
E pronto, agora vou trabalhar. Logo volto.
Bom trabalho.
Ainda é um daqueles felizardos que tem um bem tão escasso.
Os meus parabéns, só assim compreendo a sua revolta para com o Arménio Carlos, era tudo bem mais simples se não existissem sindicatos.
Já agora registo que para si, uma democracia não comporta sindicatos, para além dos Trabalhadores Sociais Democratas.
Boa tarde jójó,
a sorte pode ter parte na manutenção de um trabalho, mas no meu caso particular duvido, uma vez que já crio o meu próprio emprego há 23 anos, sem patrocínios, subsídios ou apoios. É claro que se me passar um carro por cima de uma perna, não há vontade que me valha, mas aquém disso parece-me mal invocar sempre a sorte e o azar nestas coisas.
Noutro ponto, não vejo onde possa ter visto revolta da minha parte contra AC. Desprezo-o, acho-o quase uma não entidade anacrónica e servente de ideologias anacrónicas. Mas revolta não me inspira.
De igual modo não entendo como é que regista seja o que for sobre aquilo que eu possa ou não pensar sobre os sindicatos, muito menos os TSD, uma vez que nem sequer falei nisso.
Contribua sempre, e bem haja.
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Registo que no final é só uma fobia da sua parte.
Como eu o entendo.
No que diz respeito a ideologias anacrónicas e serventuário das mesmas.
Se for esse o seu Zen.