“Na situação do país, o sentido patriótico obriga a serenidade, bom senso, obriga a que se tenha cuidado com o que se diz, porque as palavras ficam registadas.”
O que ele disse há uns dias:
“A pergunta que se coloca é se faz sentido Portugal trabalhar de uma forma diferente do que fez historicamente com Espanha (…) desenvolvendo uma linha mais forte de proximidade, inclusive de edificação de capacidades militares”.
Bem visto.